No último mês houve uma ótima notícia para os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com o aumento da margem consignável em 5%, passando de 35% para 40%.

          Porém, existe a possibilidade que essa medida continue apenas até julho deste ano e não até o fim de 2022 como se esperava. Quer saber o porquê disso? Então continue com a gente.

          Vamos lá então. Estamos falando sobre a Medida Provisória (MP) 1.106 aprovada no mês de março, que continha o aumento da margem consignável para aposentados, pensionistas e demais segurados do INSS. Em adição, diferentemente de antes, quem recebe o Auxílio Brasil e o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) também foram permitidos a realizar empréstimo consignado.

          Entretanto, existem ainda outros públicos que podem por lei realizar o empréstimo consignado, mas apenas os acima citados podem realizar com a margem adicional postulada pela MP, sendo assim, algumas emendas ainda estão em processo de votação para garantir o direito da margem consignável adicional de 40% para todos os públicos.

          Vale lembrar que ainda são permitidos realizar o contrato consignado: funcionários e servidores públicos (municipais, estaduais e federais), militares das forças armadas e trabalhadores em regime CLT nos quais as empresas possuam vínculo consignável com instituições bancárias.

          Portanto, uma das emendas em votação, criada pelo Deputado Ricardo Silva (PSD-SP), pretende adicionar este público para realizar o contrato de consignado também com a margem de 40% como os demais que foram autorizados.

          Apesar de se tratar de algo benéfico para a população em geral, existe a ressalva de diversos parlamentares quanto as propostas, de tal forma, caso a emenda não seja concretizada, há a possibilidade de queda da MP 1.106 e o retorno da margem consignável para 35% a todos os públicos.

          E qual a gravidade da situação com isso? As pessoas que realizaram o empréstimo consignado neste período irão se encontrar em estado negativado sem poder adquirir novas linhas de crédito até os pagamentos das próximas parcelas e regularização da margem, uma vez que a margem consignável é o limite do benefício/salário que pode ser comprometido mensalmente.

          Ainda, o público em geral não poderá realizar novos contratos consignados, tampouco refinanciamentos e portabilidades, haja vista que ao atingir toda a margem consignável de 40% e acontecer a redução da mesma para 35%, o limite de crédito consignado teria sido ultrapassado, impedindo novos contratos.

          Sendo assim, até o dia 17 de julho, o qual se trata do prazo máximo para aceitação dessa emenda, definirá o futuro da margem consignável adicional e a possibilidade de fugir do endividamento que apenas o empréstimo consignado, o qual é a linha de crédito com os menores juros do país, proporciona.

          Mas, é possível que as votações ocorram até mesmo antes deste período, então, vale a pena continuar acompanhando as novas informações que vão surgindo.

          O que talvez motive a continuação da margem consignável é o fato de que o aumento da mesma foi justificado justamente para contribuir com a população em geral que se encontrava com dificuldades financeiras e situações de endividamento.

          Portanto, ainda é possível imaginar que nossos representantes busquem uma forma de fazer a margem consignável adicional permanecer.

          Apesar das preocupações que possam passar pela sua mente, leitor, nós da Solução Crédito Online estamos aqui para te informar sobre as últimas notícias referente ao seu contrato de empréstimo consignado e ofertar as melhores oportunidades, mesmo que venha a acontecer a redução novamente da margem consignável.

          Portanto, continue nos acompanhando e conte com a nossa equipe para te guiar às melhores opções.