Caro leitor, diversos serviços na atualidade utilizam a biometria como uma forma de identificação e verificação por sentido de segurança, de tal forma, o INSS propõe uso da biometria para confirmação do empréstimo consignado uma vez que o sistema é bem mais confiável, necessitando da confirmação do indivíduo para efetuação do serviço. Para tanto, o Instituto Nacional do Seguro Social pretende que este modelo de identificação seja implantado ao confirmar a realização de empréstimos consignados pelos aposentados e pensionistas.

Pra quem não sabe, biometria facial é nada mais nada menos que uma técnica cuja base vem de que cada pessoa tem um padrão característico facial em que, usando algum sistema de análise profunda de imagem, se pode identificar tal indivíduo

Tal função é capaz de evitar golpes e fraudes em segurados e servidores públicos, evitando também assédios realizados por algumas instituições financeiras que acabam executando o empréstimo consignado sem conhecimento por parte do cliente.

O argumento como base para aplicação da medida é o fato de que a prova de vida realizada pelo INSS já faz o uso da biometria facial, portanto, já existindo conhecimento por partes dos usuários da plataforma “Meu INSS”, impedindo também vazamentos de dados como já ocorrido.

Em frente a esta aplicação, o presidente do INSS, Leonardo Rolim, propôs tal ideia justamente em uma audiência realizada na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, a qual discutia sobre vazamentos nos bancos de dados da instituição. Tendo como medida principal para evitar a retroatividade dos fatos, houve-se a criação de uma startup especializada para segurança das informações que fora realizada no início de 2021.

Segundo Leonardo Rolim, medidas como dupla autenticação no acesso ao sistema e coibição de bots (robôs) que podem acessar e fazer varreduras nas informações do “Meu INSS” já foram implantadas e já otimizaram a segurança virtual. Ainda, de acordo com parlamentares nesta reunião, as informações vazadas serviram para que funcionários de telemarketing de instituições bancárias assediassem futuros segurados que nem ao menos sabiam que haviam sido comtemplados com a aposentadoria, causando evidente transtorno e reclamações.

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Implantar o uso da biometria também possibilitaria a redução de reclamações sobre o empréstimo consignado, haja vista que houve aumento no último trimestre de 2020 nas denúncias sobre a abordagem de agentes financeiros após a elevação da margem em 5% em 1º de outubro. Em acréscimo, a efetuação de consignados sem a autorização do cliente/segurado também gerou inúmeras reclamações, sendo a instituição responsável obrigada a cancelar o empréstimo caso haja o não reconhecimento ou desistência por parte do consumidor; não devendo existir também cobranças indevidas após recebimento do valor a ser devolvido.

O presidente do INSS afirma ainda que são três as possíveis causas do vazamento de dados ocorrido: vazamento pela instituição financeira responsável pelo empréstimo consignado, a qual deveria assegurar a proteção dos dados do cliente; vazamento após realização de algum empréstimo consignado no passado, em que os dados são utilizados pela instituição financeira para tentar obter novo serviço assediando, por muitas vezes, o cliente. (Rolim acredita que esta forma de vazamento seja a mais comum); e, por fim, vazamento real, em que dados pessoais (CPF, conta bancária e afins) são obtidos por criminosos.

Contudo, é um processo de evolução em que devemos estar sempre atentos, nos sentindo seguros para realização de empréstimo consignado e até mesmo outros serviços, assim sendo, quanto mais medidas de segurança forem implantadas a fim de oferecer conforto aos segurados e demais clientes, e, também praticidade, a tendência é que crimes, assédios e reclamações sejam cada vez drasticamente reduzidos.