É fato de que o empréstimo consignado é um dos principais aliados da parcela da população que busca atingir seus objetivos e sonhos ou mesmo quitar suas dívidas sem prejudicar sua renda mensal. Porém, existem casos que ao invés de darmos um passo à frente, alguns representantes de nossa nação tendem a tomar o caminho oposto.

         Um exemplo deste fato é o Projeto Lei (PL) 4.732/2020, também conhecido como “margem social”, que viabiliza uma oportunidade única à categoria de pessoas que podem executar o contrato de empréstimo consignado: aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), servidores públicos ativos e inativos (municipais, estaduais e federais) e militares das forças armadas.

         O PL propõe a concessão de crédito consignado de até R$ 20 mil ao público acima citado, uma vez que nos encontramos em um período de crise econômica e sanitária que ainda não viu seu fim e, talvez, leve mais algum tempo para terminar. O crédito de forma especial seria liberado no período de calamidade pública, o qual nos encontramos atualmente.

         O estado de calamidade pública, assim como denominado pelo Decreto Legislativo nº 6, de março de 2020, é um período conturbado em que a população necessita de ajuda, sendo assim, as regulamentações de crédito deveriam colaborar com a população sem que as instituições financeiras busquem lucros excessivos sobre os juros. Portanto, os brasileiros com a implementação deste PL poderiam realizar o consignado de R$ 20 mil reais acima da margem consignável, com juros ao ano de apenas 2,5%.

         A fim de ilustrar um pouco a vantagem envolvida neste Projeto Lei, imagine que uma pessoa possui R$ 300,00 de um empréstimo consignado, com a margem social esta parcela cai para R$ 186 reais, existindo ainda 4 meses de carência, ou seja, 4 meses para começar a efetuar o pagamento do empréstimo.

         Esta proposta de crédito da margem social não apenas à população seria benéfica, mas à economia do país como um todo, pois o capital estaria circulando e movimentando em comércios e indústrias, além de melhorar a saúde financeira de milhares de brasileiros.

         A medida deveria ser votada ao dia 19/10 neste ano de 2021, porém, foi retirada da pauta antes de sua votação. A expectativa atual, após toda a luta envolvida, é de que em 2022 haja a votação por parte dos Deputados Estaduais, mas não há nada confirmado até então.

         Porém, existem algumas coisas que podemos ter em mente: alguns parlamentares colaboraram e se manifestaram a favor da população, enquanto outros tomaram o partido contrário.

         No caso, os que favoreceram foram: Vicentinho PT; Daniel Almeida PCdoB; Professora Marcivania PCdoB; Paulinho da força Solidariedade; Túlio Gadelha PDT; Erika Kokay PT; Fernanda Melchionna PSOL; Rogério Correia PT e Sanderson (pediu vistas). Enquanto os que desfavoreceram foram: Alexis Fonteyne NOVO - primeiro a pedir pra sair de pauta; Tiago Mitraud NOVO - pediu pra retirar de pauta e elucidou que fará novamente; Lucas Gonzalez NOVO - pediu pra retirar de pauta e Sanderson PSL - pediu pra retirar e vistas

         Podemos visualizar facilmente o quão indignante é a situação, mas, caso haja a próxima votação, iremos aguardar ansiosos para que nossos reais representantes, em outras palavras, que possuem compromisso com a população, consigam a implementação desta nova oportunidade.

         Até então, a Solução Crédito Online estará aqui acompanhando as principais notícias relacionados ao mundo político e econômico, sempre alertando a você fatos relevantes para sua saúde financeira.