Na última semana o Governo Federal apresentou novas mudanças relacionadas à prova de vida do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), explicando que o processo não mais será efetuado de forma presencial ou virtual obrigatória e a Previdência Social terá um processo mais ativo sobre o procedimento.

Atualmente, após diversos movimentos de obrigatoriedade e não obrigatoriedade da prova de vida por conta da COVID-19 e a necessidade do isolamento social, o modelo que será implantando não mais necessitará do aposentado ou pensionistas como protagonista, ou seja, o próprio INSS deverá estar a frente do novo sistema.

Contudo, ir ao banco de origem do pagamento do benefício não será extinto, porém, não será mais uma necessidade como já foi um dia. A ideia do Governo Federal é otimizar os processos, fazendo com que fique cada vez mais digital, assim como fora proposto em um primeiro momento com o aplicativo Meu INSS.

De acordo com dados do Ministério do Trabalho e da Previdência, este processo digital é muito bem-vindo, pois cerca de 35 milhões de aposentados e pensionistas necessitam efetuar todos os anos a prova de vida digital para evitar o bloqueio e cessação do benefício.

A grande vantagem, enfim, é do beneficiário, pois agora não precisa mais provar ativamente que está apto para receber os pagamentos, quem deverá comprovar que os segurados se encontram em vida é o próprio INSS.

E como isso poderia acontecer? Simples, a partir da movimentação de dados municipais, estaduais e federais.

Com a otimização e adesão dos sistemas digitais, movimentações bancárias, dados relacionados à vacinação, renovação ou uso de documentos como: CPF, RG, CNH, Passaporte e afins, além de consultas pelo SUS ou uso do direito ao voto com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o INSS poderá cruzar os dados e então chegar à conclusão do estado de vida ou não dos segurados.

Isso se dá pela forma em que o diálogo das informações digitais ocorre e que pode ser acessada pelo Governo Federal, uma vez que sejam relacionados ao mesmo. No caso de nenhuma comprovação pelos modos ditos acima, o INSS pode vir a conferir a prova de vida por outros modelos antes de confirmar se existe o óbito ou não do beneficiário.

Como por exemplo disto, a ida de agentes previdenciários às casas para recolhimento das digitais dos aposentados e pensionistas pode ser uma solução.

O ponto positivo é que a novidade é uma vantagem aos segurados de todo o país, que por sua vez vão poder desfrutar com mais tranquilidade de seus benefícios sem se preocupar com procedimentos tão burocráticos.

As mudanças que virão têm até o prazo de 31 de dezembro deste ano para acontecer. Entretanto, até lá, devemos manter o calendário de prova de vida como obrigatória neste 2022, sendo que o segurado deverá realiza-la no mês de seu aniversário e não mais nas datas estipuladas como antes.

Vale ressaltar que além do modelo presencial que não será extinto mesmo após as mudanças, também continuará sendo possível realizar a prova de vida pela plataforma meu INSS, porém, faz-se preciso que a biometria esteja cadastrada junto ao banco de dados do Governo Federal, seja pelo TSE ou pelo Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).

Ainda para quem irá realizar este ano a prova de vida de 2020 e 2021, idosos acima de 80 anos ou que possuem dificuldades de locomoção podem agendar a ida de um servidor até a residência para efetuar o procedimento, basta acessar o Meu INSS ou ligar pelo número 135.

Por fim, especialistas comprovam a eficácia deste método proposto pelo Governo Federal, o qual colabora com a população e utiliza das tecnologias digitas para melhorar a base de dados do governo, otimizando, agilizando e evitando erros humanos no processo de realização da prova de vida, sendo a fiscalização e competência toda do próprio Instituto da Previdência Social

E então, conte para nós da Solução Crédito Online. O que você achou sobre essa mudança?