Hoje falaremos sobre uma notícia que veio a repercutir semana passada, mais precisamente anunciada no dia 16 de setembro, o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Esta medida anunciada pelo Governo Federal visa arrecadar 2.14 bilhões de reais que serão direcionados à reformulação do Bolsa família, o que conheceremos como Auxílio Brasil.

         Com os transtornos financeiros, econômicos e sanitários da COVID-19, o Governo havia zerado tal imposto de abril à dezembro do ano de 2020 e voltou a ser cobrado em primeiro de janeiro de 2021. Portanto com a nova alta, a taxa para pessoas físicas irá de 3% para 4,08% ao ano e, para pessoas jurídicas, o aumento será de 1,5% para 2,04%.

O IOF está presente nas operações financeiras de duas formas: fixa e diária. Portanto, as mudanças irão incidir sobre a diária. Sendo assim, por dia, para pessoas físicas o IOF passou de 0,0082% para 0,01118% e, para pessoas jurídicas, passou de 0,0041% para 0,00559%.

         Mas afinal, isso irá impactar em nossas contas do dia a dia? Infelizmente, a resposta é que sim. Vamos conhecer então como seremos afetados pela mudança.

         O Imposto sobre Operações Financeiras, como o próprio nome já diz, está presente em todas as transações relacionadas a finanças, em foco nas transações de crédito, ou seja, o aumento será sentido para pessoas físicas em movimentações como: cheque especial, cartão de crédito, crédito pessoal, empréstimos, financiamentos de veículos e imóveis e afins. Por outro lado, para pessoas jurídicas: capital de giro, antecipação de recebíveis e os empréstimos também serão afetados.

         O novo aumento não atingirá todas as operações, sendo assim, se fazem exceções as: operações relacionadas a títulos, câmbio, seguro, e afins, portanto, as mesmas não sofrerão as cobranças de IOF com a nova alíquota.

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         Com o aumento previsto, especialistas financeiros temem que, apesar de ser um valor relativamente baixo de aumento, em grande escala pode vir a ser prejudicial para a economia, pois é uma medida que tende a aumentar o preço dos produtos, haja vista que como há o encarecimento dos mesmos, o movimento natural é ser repassado ao consumidor, o qual, por sua vez, também estará a mercê do aumento nas linhas de crédito. Além do mais, a atual crise sanitária, aumento da inflação e consequente aumento da Selic, tendem a frear a superação da crise financeira no país.

         E como tentar se proteger deste aumento do IOF? Linhas de crédito que possuem juros mais abusivos como cheque especial e rotativo de cartão de crédito, se possível, devem ser evitados. Pagamentos com juros elevados da fatura do cartão em atraso também ajudam a evitar um preço ainda maior. Ainda, caso haja a necessidade de realizar empréstimo, busque opções mais descontadas e sem juros abusivos, como no caso do empréstimo consignado ou FGTS que asseguram a efetuação do pagamento, fazendo com que as taxas sejam menores, sendo que o risco de inadimplência é reduzido.

         Em suma, ordenar os gastos e atentar-se às contas, evitando gastos desnecessários que possam vir a comprometer nosso orçamento mensal e anual.

         Por fim, mas não menos importante, caso esteja visando a opção da realização de algum empréstimo, a Solução Crédito Online irá te ajudar, demonstrando as menores taxas disponíveis no mercado e com os juros mais reduzidos. Basta simular seu empréstimo sem compromisso e poderá encontrar opções que se encaixam perfeitamente ao seu contexto. Vale lembrar que pela Solução você pode efetuar o empréstimo de forma 100% segura, tendo seus dados pessoais e financeiros protegidos tanto pela plataforma, quanto pela Instituição Financeira responsável pelo empréstimo, ademais, o contrato poderá ser realizado de forma totalmente online.